terça-feira, 24 de março de 2009

É ADJUNTO ADNOMINAL ou COMPLEMENTO NOMINAL ?






Sim, sim, amigos!

Primeiramente, bem-vindos ao nosso querido Blog!

Hoje temos um assunto muito polêmico pela frente: saber diferenciar Adjunto Adnominal (AA) de Complemento Nominal (CN).

É verdade que são muitas as dicas, os "bizus" para distinguir quem é quem no jogo do bicho. Ou seja, basta saber "os macetes" que é tiro e queda!

Nesses momentos é necessário calma.

Porém, de início, não faremos nenhum suspense: vamos ao que interessa.

1. A DIFERENÇA SEGUNDO O QUE É ENSINADO:

Adjunto Adnominal é qualquer palavra da língua portuguesa que concorda em gênero e número com o substantivo; ou grupo de palavras (locução) que se refere a ele.

Dentre as 10 classes de palavras que a GT nos oferece, 4 referem-se ao substantivo. São elas:

ARTIGO

ADJETIVO / LOCUÇÃO ADJETIVA

NUMERAL

PRONOME

Logo, essas "classes" podem funcionar como AA.

Ex1: Todos os meus grandes amigos visitaram uma bela e pacata cidade de litoral.

Para identificar os AAs, basta, a princípio, achar o substantivo e perceber as palavras que a ele se ligam ou com ele concordam.

Todos (AA) os (AA) meus (AA) grandes (AA) AMIGOS visitaram uma (AA) bela (AA) e pacata (AA) CIDADE de litoral (AA).

DE LITORAL é chamada LOCUÇÃO ADJETIVA, isto é, grupo de palavras que funciona como um adjetivo. Tal locução é de natureza caracterizadora, restritiva tal qual um adjetivo. Coincidentemente, podemos até fazer uma correspondência DE LITORAL = LITORÂNEA. Logo, AA também.

Observemos agora estes exemplos:

a) A garota estava irritada.

b) A garota irritada desceu as escadas.

c) A notícia deixou a garota irritada.

Nos três exemplos o adjetivo IRRITADA se refere ao substantivo GAROTA. Contudo, trata-se de AA? No primeiro caso, temos PREDICATIVO DO SUJEITO. Já no segundo, ADJUNTO ADNOMINAL. E no terceiro, PREDICATIVO DO OBJETO (vide TRANSITIVIDADE VERBAL)

Pois bem!

Vejamos mais exemplos sobre AA:

a) Olha aquelas pequenas caixas empilhadas! AAs = aquelas, pequenas, empilhadas.

b) Muitos homens modernos admiram mulheres independentes. AAs = muitos, modernos, independentes.

Até agora tudo ótimo. Ok? Espero que sim.

O Adjunto Adnominal pode ser representado por uma expressão preposicionada, de natureza caracterizadora, representado, portanto, por uma verdadeira LOCUÇÃO ADJETIVA. Como nós analisamos em DE LITORAL.

Para isso, temos alguns argumentos a fazer:

1º - O AA só se liga a SUBSTANTIVOS (Concretos ou Abstratos);

2º - O AA é um TERMO ACESSÓRIO, isto é, NÃO é exigência de nenhum termo anterior;

3º - O AA é termo ATIVO;

4º - O AA indica POSSE;

Isso é o que determina o AA.

Vejamos alguns exemplos:

a) Pedro ganhou um relógio de ouro.

DE OURO se liga a RELÓGIO, que é substantivo concreto. DE OURO é expressão caracterizadora. DE OURO = ADJUNTO ADNOMINAL.

b) O chapéu de palha esvoaçava ao vento.

DE PALHA se liga a CHAPÉU, que é subst. concreto. DE PALHA é expressão caracterizadora. DE PALHA = ADJUNTO ADNOMINAL.

c) A pergunta do aluno deixou o professor pensativo.

DO ALUNO se liga a PERGUNTA, que é subst. abstrato. DO ALUNO pode indicar POSSE, isto é, a "PERGUNTA DELE" ou naturalmente ser ATIVO, a saber, o aluno fez a pergunta, ele perguntou, portanto é ATIVO. Logo, ADJUNTO ADNOMINAL.

d) A invenção do cientista é fantástica!

DO CIENTISTA se liga a invenção, que é substantivo concreto, neste caso. DO CIENTISTA não é termo PASSIVO, e sim ATIVO, porque O CIENTISTA INVENTOU ALGO. Logo, DO CIENTISTA = ADJUNTO ADNOMINAL.

e) O livro do meu pai sumiu.

DO MEU PAI se liga a LIVRO, que é substantivo concreto. DO MEU PAI indica POSSE. Logo é ADJUNTO ADNOMINAL.

f) Comprei uma pizza de chocolate.

DE CHOCOLATE se liga a PIZZA, que é um substantivo concreto. DE PIZZA é expressão caracterizadora. Logo, ADJUNTO ADNOMINAL.

==> O AA pode ser representado por um pronome oblíquo átono (você deve estar pensando...que DJABO É ISS...). São aqueles, amigo,

ME, TE, LHE(S), NOS, VOS (o se, o, a ficam de fora)

quando indicarem posse. Sem delongas!

A correspondência tem de ser assim:

ME = MEU(S), MINHA (S)
TEU = TEU(S), TUA(S)
LHE = SEU, SUA
NOS = NOSSO (S), NOSSA(S)
VOS = VOSSO(S), VOSSA(S) = Aproveitando o ensejo, esse pronome VÓS - VOS está em fase de extinção. Como assim, professor? Sim, sim, em fase de extinção! Traga qualquer livro, revista, jornal, tese, notícia...sei lá! Procure algum texto em que há esse camarada. É muito raro.
LHES = SEUS, SUAS

Exemplos para fixar:

1. Roubaram-lhe os documentos. Isto é, Roubaram os SEUS documentos. Logo, LHE = AA.
2. O fogo me queimou a mão. Isto é, O fogo queimou a MINHA mão. Logo, LHE = AA.
3. O amor não te cega o coração? Isto é, O amor não cega o TEU coração? Logo, LHE = AA.

Encontrar uma construção sintática como a empregada nas frases supracitadas não é tarefa fácil. Tais estruturas, não obstante, podem ser encontradas em um ambiente de linguagem mais rebuscada, no qual o autor queira demonstrar habilidade linguística.

Agora, vejamos o COMPLEMENTO NOMINAL (CN).

Segundo a gramática de Luiz Antonio SACONNI, Nossa Gramática Teoria e Prática, muito conhecida entre estudantes

COMPLEMENTO NOMINAL é o complemento de um nome (substantivo, adjetivo ou advérbio).

Exemplo: Juçara tem certeza DA VITÓRIA.

DA VITÓRIA completa o sentido de CERTEZA, um substantivo (portanto NOME), pois QUEM TEM CERTEZA TEM CERTEZA DE ALGUMA COISA.

E continua
outros exemplos:

a) A sala está cheia DE GENTE.

b) Tenho saudades DE TERESA.

c) Sua casa é longe DA ESCOLA.

d) A lembrança DA NAMORADA o perturbava.

e) Sairei independentemente DE SUA OPINIÃO.

Sacconi fica só na superfície... só no balanço da maré!

É preciso aprofundamento.

CELSO PEDRO LUFT, professor, gramático, filólogo, lingüista e dicionarista brasileiro, em seu livro GRAMÁTICA RESUMIDA, oferece-nos expedientes inéditos e extraordinários.

Para ele

Complemento Nominal é o termo que "completa" a significação transitiva de um nome (substantivo, adjetivo e advérbio). Pelo conteúdo TRANSITIVIDADE VERBAL (já visto em nosso Blog), percebemos que existem verbos que exigem complementos, outros não. Luft pensa da mesma forma para os nomes.






Existem certos substantivos, adjetivos e advérbios de sentido incompleto, como os verbos transitivos. Requerem, como estes, um complemento.

Exs: Referência... Alusivo... Longe ... À mente se impõe naturalmente uma pergunta: REFERÊNCIA a quê?, ALUSIVO a quê?, LONGE de quê?, de onde?. Pois bem, o complemento que responde a essas perguntas - que vai integrar essas palavras para com elas formar um todo semântico - chama-se COMPLEMENTO NOMINAL.

Exs:

Evitou a referência AOS ADVERSÁRIOS.

Discurso alusivo À DATA.

A casa fica longe DA CIDADE.

O complemento nominal vem sempre preposicionado: é um verdadeiro "OBJETO INDIRETO" de nomes (substantivo, adjetivos, advérbios).

Há duas espécies de complemento nominal:

1) DE NOMES (subst., adj., adv.) derivados de verbos transitivos;

2) DE ADJETIVOS TRANSITIVOS;

3) DE SUBSTANTIVOS ou ADVÉRBIOS DERIVADOS DESTES;

1 - VERBO TRANSITIVO + COMPLEMENTO VERBAL (objeto) --> NOME "TRANS". + COMP. NOMINAL:

O racicínio funciona assim:





Ex: O prefeito queria finalizar a construção da estrada.

Temos o substantivo CONSTRUÇÃO, que é derivado do verbo CONSTRUIR. Ora, se o verbo CONSTRUIR é verbo transitivo, isto é, um verbo que exige complemento (verbal), o substantivo derivado dele CONSTRUÇÃO também é exigirá um complemento (nominal).

Outro caso:

Ex: A suspensão do jogo gerou muita confusão.

Ora, primeiramente: SUSPENSÃO de quê?

SUSPENSÃO é substantivo derivado do verbo SUSPENDER, o qual, por sua vez, é transitivo, ou seja, exige complemento (verbal). Logo seu substantivo derivado SUSPENSÃO também exigirá um complemento (nominal). SUSPENSÃO exige uma expressão para lhe completar o sentido. É, portanto, um substantivo transitivo.

A lista continua

colocar (cartazes) --> colocação / colocador (de cartazes)

vender (móveis) --> venda / vendedor (de móveis)

inventar (um sistema) --> invenção / inventor (de um sistema)

obedecer (à lei) --> obediência / obediente (à lei)

depender (do resultado) --> dependência / dependente (do resultado)

parecer-se (com alguém) --> parecido (com alguém)

2 - ADJETIVO TRASITIVO + COMP. NOMINAL --> SUBST. TRANS. + COMP. NOMINAL

apto (ao trabalho) --> aptidão (ao trabalho)

certo (de vencer) --> certeza (de vencer)

perito (em contas) --> perícia (em contas)

louco (por viagens) --> loucura (por viagens)

> Como se viu no lugar próprio, complemento nominal é necessário ao nome (subst., adj., adv.) que o rege; o adjunto adnominal - o próprio term ADJUNTO lembra - não é necessário, é termo acessório, dispensável. É um simples anexo.

Complemento Nominal: desprezo (da morte), medo (de fantasmas) etc.

Adjunto Adnominal: portão (de ferro), folha (de árvore) etc.

> O complemento nominal pode completar substantivos, adjetivos e advérbios: lembrança (do passado), cheio (de água), perto (de casa); o adjunto adnominal qualifica ou limita apenas substantivos: mesa (de mármore), fio (de aço) etc.

> No complemento nominal há uma IDÉIA DE RELAÇÃO, de DEPENDÊNCIA, o que não existe no adjunto adnominal. Veja:

Ramos (de palmeira)

MAS

raiva, desprezo, amor, estima, raiva (de alguém ou a alguém).

É que o complemento é um elemento externo, distinto do seu regente; ao passo que o adjunto é elemento interno, indicativo de matéria, espécie, tipo, pertença. Aquele relaciona, este qualifica ou especifica.

> Tipo característicos de complemento nominal é o dependente de adjetivos transitivos, bem como de substantivos ou advérbios derivados destes:

CÚMPLICE (--> cumplicidade - de ou em um crime) ; ÁVIDO (--> avidez - de dinheiro); mau (--> maldade - com os animais) etc. Note-se que o adjetivo não pode ter adjunto adnominal.

> O tipo mais comum de complemento nominal é a transformação de um complemento verbal , quando o verbo transitivo se nominaliza, isto é, se transforma em um nome (subst., adj., adv.) transitivo.

Exemplos:

INVENTAR uma máquina --> INVENÇÃO de uma máquina;

DEPENDER de --> DEPENDÊNCIA de --> DEPENDENTE de;

CANCELAR algo --> CANCELAMENTO de algo;


==> O CN, assim como o AA, pode também ser representado por um pronome oblíquo átono.

1º - quando completar o sentido de um nome incompleto da oração. Geralmente, o CN, sendo um pronome átono, aparece em orações em cuja estrutura há um verbo de ligação. Isso, porém, não quer dizer que em outros casos seja impossível haver sua ocorrência.

Vejamos:

1. Ela me era fiel. => ELA ERA FIEL A MIM. *A MIM = CN (do nome adjetivo "FIEL"). Quem é FIEL é FIEL a alguém.

2.Eu lhe tenho respeito. => EU TENHO RESPEITO A TI. *A TI = CN (do nome substantivo "RESPEITO"). Quem tem respeito tem respeito a / por alguém.

A NOVA FASE.

Aqui poderíamos finalizar nossa aula numa boa! Por quê? Porque é exatamente isso o que diferencia AA de CN. Para nosso conhecimento, isso basta. Certamente já podemos resolver algumas questões referentes a esses dois termos. Partimos de uma explicação bem simples, clara, para depois aprofundarmos mais em saberes. Analisamos detalhadamente.

Porém, a busca do saber nos torna insaciáveis. Sempre queremos mais. O homem é insaciável por natureza. E quando sabemos (se é que sabemos), mais queremos. Há uma máxima: "Cuidado com o que desejas, pois poderás ser atendido". É muito interessante essa frase.

Muitas vezes desejamos com tanto fervor algo e, quando conquistamos tal objetivo, parece que caímos em apatia, em profunda indiferença. Ou seja, "bem, já tenho... e agora?" E vamos à procura de dar sentido às coisas. É espetacular. Então a vida não tem sentido ... somos nós quem damos sentido a ela. O sentido da vida existe por nossa causa. O sentido da vida é darmos sentido a ela. Somos espíritos livres, aproveitando uma palavrinha de Nietzsche, então vamos além. Somos pássaros libertos. Mentalidades além de!

CAROS ALUNOS,

A PARTIR DESSE INTERVALO , ABORDAREMOS QUESTÕES SEGUNDO ANÁLISES DE ENSINO SUPERIOR. DESSA FORMA, SAIBAMOS DIFERENCIAR NOSSOS ESTUDOS.


=> APROFUNDAMENTO. CONFLITOS. OPINIÕES.


AA e CN compartilham traços comuns, como:

a) a posição à direita do núcleo;
b) a inexistência de pausa;
c) a introdução por preposição, obrigatória no complemento nominal e muito frequente no adjunto;

Evanildo Bechara, em seu livro Moderna Gramática Portuguesa, escreve

Todavia o complemento nominal está semanticamente mais coeso ao núcleo, por representar uma construção derivada mediante a nominalização, fenômeno que não ocorre no adjunto adnominal.

A criança nasceu --> O nascimento da criança
A polícia prendeu o criminoso --> A prisão do criminoso pela polícia

Essa relação impossibilita o apagamento do complemento nominal, sem que isso estabeleça a razão primordial para distinguir o complemento do adjunto (grifo do próprio autor).

O nascimento (de...?)
A prisão (de...por...?)

BECHARA depois mostra o paralelismo entre a estrutura interna do complemento nominal e do verbal, conforme já vimos em LUFT. E continua.

A seleção da preposição que introduz o complemento nominal quase sempre está determinada pela preposição que acompanha o complemento verbal.

Fui à cidade -> A ida à cidade
Penetrou na floresta -> A penetração na floresta
Incluinou-se à música -> Inclinação à música

Mas há outros que devem sua presença a traços semânticos do núcleo nominal, independentes de nominalizações. Teremos substantivos formalmente relacionados a verbos que assumem relações muito semelhantes às que ocorrem nas orações.

a saída do trem --> o trem saiu
a entrada de funcionários --> os funcionários entram

A tradição nos diz que AA é TERMO ATIVO. No entanto, após esses exemplos, percebemos o quanto é insustentável tal afirmação.

Ex: É permitida somente a entrada de pessoas autorizadas.

Em outras palavras: somente pessoas autorizadas podem entrar. DE PESSOAS AUTORIZADAS liga-se à "entrada". DE PESSAS AUTORIZADAS é termo ATIVO. É AA?

Contrariando a tradição: NÃO.

Veja:

É permitida somente a entrada.

Sem a expressão preposicionada a mensagem, realmente, fica incompleta. É evidente. Entrada de alguém. Isto é, alguém entra.

Percebemos, então, que DE PESSOAS AUTORIZADAS é termo integrante de ENTRADA, e não ACESSÓRIO, dispensável. Logo, temos COMPLEMENTO NOMINAL.

A participação dos alunos --> os alunos participam
A saída dos funcionários --> os funcionários saem
A indagação do professor --> o professor indaga

Bechara vai além. O autor propõe uma espécie de classificação de complementos nominais, assim como o faz MACAMBIRA, em sua excelente obra ESTRUTURA DO VERNÁCULO.

1. A resolução do diretor => DO DIRETOR = Complemento Nominal SUBJETIVO ATIVO (porque corresponde a um sujeito ativo: O diretor resolveu).

2. O pagamento da fatura => DA FATURA = Comp. Nominal SUBJETIVO PASSIVO (porque corresponde a um sujeito passivo: A fatura foi paga).

3. A remessa dos livros => DOS LIVROS = Comp. Nominal OBJETIVO (equivalente a alguém remeteu os livros).

4. A pergunta ao aluno foi boa => AO ALUNO = Comp. Nominal OBJETIVO INDIRETO (equivalente a alguém perguntou a ele, o aluno é o alvo da pergunta).

5. A entrega de livros pelo governo = > PELO GOVERNO = Comp. Nominal de agente.

6. A ida à Petrópolis => À PETRÓPOLIS = Comp. Nominal circunstancial.

Tudo porque, como já foi mencionado, há um estreito paralelismo entre complemento nominal e orações.

Bechara também afirma que há substantivos que selecionam termos obrigatórios, inerentes ao conteúdo de pensamento designado.
Estão neste caso de complementos inerentes:

a) Os substantivos relacionais, isto é, aqueles que não fazem referência a indivíduos , mas expressam relações entre indivíduos. É o caso dos termos de parentesco, do tipo de PAI, MÃE, FILHO, IRMÃO:

O filho da vizinha...
O pai de Eduardo...
A irmã da Kitana...

Incluem-se neste rol, naturalmente, substantivos como AMIGO, COLEGA, COMPANHEIRO:

O amigo de Cícero...
A colega de Lúcia...

Os nomes de partes do corpo e aqueles que aludem a partes contistutivas de uma entidade, física ou abstratamente consideradas:

os braços da dançarina...
o rosto da criança...
o x da questão...

Essas foram as palavras da maior autoridade viva, até hoje, em se tratando de Língua Portuguesa.
Fiquemos, pois, com seus ensinos.

Para finalizar, a NGB (Nomenclatura Gramatical Brasileira) reconhece esses dois termos (AA e CN) e nos dá "expedientes" para diferenciar um de outro. Sabe o que diz a NGP (Nomenclatura Gramatical Portuguesa) a respeito deles? Nada.
Simplesmente ela não fará essa distinção. Apenas chama aos dois de uma única coisa: COMPLEMENTO DETERMINATIVO.
Parece que é mais fácil desse jeito, hein?

Abraço, turma!

Prof. Hugo Magalhães.

6 comentários:

  1. Valeu Hugo! Estarei atento para as próximas dicas. Abraço. M.Netto (Referencial)

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  2. eu gostei muito entrei para ver se entendia alguma coisa,e acabei entendendo melhor que na sala de aula,eu espero que nonovo assunto eu ache esse blog pra eu estudar!
    muito obrigado.

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  3. Nossa, me ajudou muito, entendi bem mais que na própria sala de aula . OBG .

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  4. Estava tentando ajudar minha filha a estudar para uma prova e suas explicações foram claras e MUITO úteis!! Obrigada!!
    Será que o senhor poderia indicar uma gramática boa para termos em casa para o estudo de crianças do ensino fundamental 2 e médio?

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  5. INCRÍVEL A SUA EXPLICAÇÃO! Há alguns anos tive um professor de Língua Portuguesa o qual nunca esqueci. A forma que você ensina é muito semelhante a dele. Muito obrigada e continue assim! Você é um dos melhores do Brasil, tenha certeza disso.

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  6. Em "O relatório faz recomendações que podem ajudar a prevenir mortes nas estradas..." o termo "nas estradas" seria um adjunto adverbial de prevenir ou complemento nominal de morte? obg.

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